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Mostrando postagens de Janeiro, 2011

CELINE DION (GOODBYE'S ) Mama Song

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FÁCIL E DIFÍCIL (CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE)

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Um poema de Drummond para refletirmos e reverenciarmos a vida…

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.

Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.

Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.

Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.

Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.

Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especia…

ELTON JOHN NO BRASIL ¨DANIEL¨

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Amigos para Siempre

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Adriana Calcanhotto - Inverno

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ONDE VOCÊ COLOCA O SAL? (DIEDRA ROIZ)

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O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.

- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.

- Ruim - disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.

Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.

Então o velho disse:

- Beba um pouco dessa água.

Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:

- Qual é o gosto?

- Bom! - disse o rapaz.

- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.

- Não... - disse o jovem.

O Mestre então, sentou ao lado do jovem, e disse:

- A dor na vida de uma pessoa não muda.

Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.

Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.

É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.

Em outras palavras:

É deixar de ser copo para tornar-se um lago.

ESSES CAMINHOS POR ONDE ANDAM NOSSOS PÉS: INSPIRAÇÃO (LANA NÓBREGA)

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Lembra de quando você era pequena e era tão, tão fácil algo te interessar?

Algo te entreter por horas e horas seguidas?

Às vezes tenho a impressão de que vamos deixando “pedacinhos de nós mesmas” ao longo do caminho, ao longo do crescer.

Achamos que para aprendermos todas as coisas novas que precisamos aprender, temos que também desaprender as coisas que já tínhamos aprendido.

E aí desaprendemos a nos entreter.
Desaprendemos a nos interessar.
Desaprendemos a acreditar.
Desaprendemos a nos inspirar...

Desaprendemos a seguir aquele impulso, aquela vontade, aquelas pequenas coisas que foram, durante tanto tempo, responsáveis por muitos dos sorrisos mais puros que tivemos em nosso crescer.

É como se fôssemos nos permitindo a perder a ternura que antes tínhamos.

E a ternura, veja bem, é um tipo de óculos colorido: ela te permite ver o além das coisas.

A dor, olha que mágico, se fantasia de um vilão passageiro que logo, logo, irá embora.

O caos, ora, o caos é apenas a casa em dia de arruma…

POEMA DA GRATIDÃO (DIVALDO FRANCO / AMÉLIA RODRIGUES)

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Senhor Jesus, muito obrigado! Pelo ar que nos dás, pelo pão que nos deste, pela roupa que nos veste, pela alegria que possuímos, por tudo de que nos nutrimos. Muito obrigado, pela beleza da paisagem, pelas aves que voam no céu de anil, pelas Tuas dádivas mil!

Muito obrigado, Senhor! Pelos olhos que temos... Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar, que contemplam toda beleza! Olhos que se iluminam de amor, ante o majestoso festival de cor da generosa Natureza! E os que perderam a visão? Deixa-me rogar por eles, ao Teu nobre coração! Eu sei que depois desta vida, além da morte, voltarão a ver com alegria incontida...

Muito obrigado pelos ouvidos meus, pelos ouvidos que me foram dados por Deus. Obrigado, Senhor, porque posso escutar o Teu nome sublime, e, assim, posso amar. Obrigado pelos ouvidos que registram: a sinfonia da vida, no trabalho, na dor, na lida... O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro, as lágrimas doridas do mundo inteiro e a voz longínqua do cancionei…

A MORTE DEVAGAR (MARTHA MEDEIROS)

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Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.

Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um son…

Celine Dion - Ave Maria

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O TEMPO (MARIO QUINTANA)

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A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando de vê, já é sexta-feira!

Quando se vê, já é natal...

Quando se vê, já terminou o ano...

Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado...

Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...

Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...

E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.

Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.

A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.